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Terapia Cognitivo-Comportamental

Psicóloga infantil e de adolescentes em Fortaleza

Sou Bia Nobrega, psicóloga, e trabalho com crianças, adolescentes e suas famílias a partir da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).

Quando as emoções, os comportamentos ou as relações começam a trazer dificuldades para o dia a dia, o acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender o que está acontecendo e construir formas de lidar com isso.

Atendimento presencial em Fortaleza, no Papicu, e on-line, conforme avaliação das necessidades de cada caso.

Anna Beatriz Nobrega Araujo Rocha · Psicóloga · CRP 11/22887

Bia Nobrega, psicóloga, sorrindo, sentada diante de um fundo cinza, com as mãos apoiadas no colo
Anna Beatriz Nobrega Araujo Rocha Psicóloga · CRP 11/22887

Quando procurar acompanhamento?

Nem sempre a criança consegue explicar o que está sentindo. Às vezes, isso aparece em preocupações frequentes, irritação, dificuldade para se separar dos responsáveis ou conflitos que se repetem.

Na adolescência, também podem surgir mudanças nas relações, autocobrança, insegurança e dificuldades para conversar sobre o que está acontecendo.

Entre as demandas que podem ser trabalhadas estão:

  • Ansiedade, medos e preocupações frequentes.
  • Raiva, impulsividade e dificuldade para lidar com frustrações.
  • Autoestima, insegurança e perfeccionismo.
  • Dificuldades nas amizades e na comunicação.
  • Organização, planejamento e rotina.
  • Mudanças familiares, perdas e adaptação a novas situações.

Você não precisa chegar com um diagnóstico ou ter certeza de que é necessário iniciar uma terapia. A primeira conversa também serve para compreender a demanda e orientar os próximos passos.

Como a TCC entra no atendimento?

A Terapia Cognitivo-Comportamental ajuda a compreender como pensamentos, emoções e comportamentos se relacionam entre si e com as situações que vivemos.

Com crianças e adolescentes, esse trabalho é adaptado à idade, ao desenvolvimento e às necessidades de cada paciente.

Um exemplo

Uma criança que evita uma situação por medo pode precisar de ajuda para entender o que imagina que vai acontecer, perceber as reações do corpo e construir pequenos passos para enfrentar essa situação.

Nas sessões, conversas, jogos, desenhos e atividades práticas podem ajudar a reconhecer essas relações e experimentar outras formas de agir.

Os recursos são escolhidos a partir dos objetivos do acompanhamento. Além de facilitar a participação, precisam ajudar a trabalhar o que faz sentido para aquele paciente.

Ao longo do processo, a criança ou o adolescente participa da construção de estratégias que possam ser utilizadas fora da sessão. Os responsáveis também recebem orientações para apoiar esse trabalho no cotidiano.

Como funciona o acompanhamento

Cada processo tem o seu ritmo, mas alguns momentos costumam fazer parte do caminho.

  1. Conhecer a história

    O início inclui a escuta dos responsáveis para compreender o desenvolvimento, a rotina, as relações e os motivos que levaram à busca por atendimento. A participação da criança ou do adolescente é organizada considerando sua idade e as necessidades do caso.

  2. Construir o vínculo

    Para participar do acompanhamento, a criança ou o adolescente precisa encontrar espaço para falar, perguntar e se expressar. Esse vínculo é construído respeitando seu ritmo e sua forma de se comunicar.

  3. Definir o que precisa ser trabalhado

    A partir da avaliação inicial, construímos objetivos terapêuticos e estratégias para as dificuldades identificadas. Esses objetivos são revistos ao longo do processo.

  4. Levar o trabalho para o cotidiano

    As habilidades desenvolvidas nas sessões precisam fazer sentido na vida de quem está sendo atendido. Por isso, também consideramos o que acontece em casa, na escola e nas relações.

Quando necessário e mediante autorização, pode haver diálogo com a escola e outros profissionais envolvidos, respeitando o sigilo e os limites do compartilhamento de informações.

A família também participa

Quem acompanha a criança ou o adolescente no dia a dia tem informações importantes sobre sua rotina e também pode precisar de orientação.

Ao longo do acompanhamento, os responsáveis participam de conversas para compreender as dificuldades, revisar estratégias e pensar em formas de apoiar o desenvolvimento.

Essa participação é organizada conforme cada caso, respeitando o espaço de escuta e o sigilo da criança ou do adolescente.

Bia Nobrega em pé, de blusa branca e braços cruzados, sorrindo diante de um fundo cinza
Anna Beatriz Nobrega Araujo Rocha · Psicóloga · CRP 11/22887

Sobre mim

Sou Anna Beatriz Nobrega Araujo Rocha, conhecida como Bia Nobrega, psicóloga com atuação voltada à infância e à adolescência.

Minha prática é orientada pela Terapia Cognitivo-Comportamental e considera a história, o contexto e as necessidades de cada paciente.

A criatividade faz parte do meu trabalho. Utilizo conversas, atividades e recursos terapêuticos para tornar temas difíceis mais acessíveis e favorecer a participação nas sessões, sempre com um objetivo clínico.

Também sou criadora do Jardim de Criações, uma plataforma de recursos para profissionais da Psicologia.

Aqui, no atendimento clínico, meu trabalho começa por conhecer a criança ou o adolescente e compreender, junto à família, o que precisa de atenção.

Modalidades de atendimento

Presencial em Fortaleza

Atendimento psicológico para crianças e adolescentes em Fortaleza, Ceará. Entre em contato para consultar horários e disponibilidade.

Torre Saúde do Complexo São Mateus Av. Santos Dumont, 5753, Papicu
Fortaleza (CE), CEP 60175-047
Ver no mapa →

Atendimento on-line

A possibilidade do atendimento on-line é avaliada considerando a idade, a demanda, as condições de privacidade e a participação nas sessões.

Orientação de pais e responsáveis

Conversas voltadas à compreensão das dificuldades e à construção de estratégias para situações da rotina familiar.

Perguntas frequentes

Como saber se meu filho precisa de psicoterapia?

Sofrimento emocional, mudanças persistentes no comportamento ou dificuldades que interferem na rotina e nas relações são motivos para buscar uma avaliação. Você também pode procurar orientação quando tem dúvidas sobre como ajudá-lo.

É necessário ter um diagnóstico?

Não. O acompanhamento pode começar a partir de uma dificuldade percebida pela criança, pelo adolescente ou pela família. A avaliação inicial ajuda a compreender a demanda e os próximos passos.

A terapia infantil é só brincar?

As brincadeiras podem fazer parte do atendimento porque ajudam a criança a se expressar e a praticar habilidades. A escolha de cada atividade está relacionada aos objetivos terapêuticos. Também há espaço para conversas e outras formas de participação, conforme a idade e a necessidade.

Os responsáveis ficam em todas as sessões?

Não necessariamente. A participação da família é organizada conforme a idade e as necessidades do paciente. Podem existir momentos com os responsáveis, atendimentos individuais e encontros conjuntos.

A TCC pode ser utilizada com adolescentes?

Sim. O trabalho considera as situações vividas pelo adolescente e sua participação na compreensão das dificuldades e na construção de estratégias. A linguagem e as atividades são adaptadas à sua idade e aos objetivos do acompanhamento.

Quanto tempo dura o acompanhamento?

A duração varia conforme a demanda e as necessidades de cada paciente. Os objetivos e a continuidade do acompanhamento são avaliados ao longo do processo.

Como faço para agendar?

Entre em contato para consultar a disponibilidade e receber as informações sobre o início do atendimento.